sábado, 28 de março de 2009

Saudade...

ai ai...

Sabe quando a gente vai crescendo e vai mudando e parece que as outras pessoas que viveram sempre perto de você, mudam juntas?!
Infelizmente eu acho que mudei de um jeito diferente... fui me excluindo e foram me excluindo.
Já tentei várias vezes achar que a culpa é toda minha, mas eu sei que não é. Ou talvez seja mesmo por eu não esquecer o passado, ou talvez não, porque ao menos eu tento esquecer e não tenho culpa de não conseguir tal coisa.

É muito chato ver quase tudo como era antes e eu não estar junto. É horrivel ter orgulho e não pedir desculpas... mas desculpas porque? Até hoje me pergunto o que eu fiz de errado. Acho que as vezes falo demais... Acho não, tenho certeza... Talvez isso sim tenha afastado certas pessoas do meu convivio... Pessoas que cresceram comigo. Pessoas que me fizeram feliz por muitos anos. Pessoas que sabem de quase tudo sobre mim. Pessoas que contribuiram para eu ser o que sou.

Pessoas que me conhecem... mas acho que não o bastante para uma "amizade" acabar.
Sempre fui de selecionar amizades e hoje conto nos dedos quem é e foi meu amigo. Amizades acabaram por besteira...

Eu sou orgulhosa, eu "brigo", eu paro de falar, eu falo mal, eu ... sei lá. Eu sou assim... E quem for meu amigo me aceita como sou, ou simplesmente me dá uns toques para eu mudar.

Não sei se o que passou foi uma amizade ou não... só sei que eu sinto muita saudade daquele tempo. Tempo em que nos reuniamos para estudar na casa de alguém que tivesse piscina. Tempo que iamos para casa de alguém para conversar. Tempo que nos reuniamos para assistir filme na casa de alguém. Tempo que saíamos para andar pelo renascença, indo de casa em casa (quem vê, pensa que não tinhamos casa). Tempo que todos iam ao cinema juntos comemorar o niver de alguém. Tempo que iamos lanchar. Tempo que íamos passear no shopping. Tempo que íamos andando à praia e voltavamos 10 minutos depois. Tempo que escalávamos o morro de areia do calhau pra chegarmos à praia e sempre alguém pegava em urtiga. Tempo que brincavamos de queimado, pega-pega, elástico, corda, rouba bandeira na escola.

O tempo muda, eu sei. Mas ainda hoje, apesar de todos eles ainda saírem juntos, mesmo que seja pra beber ou gastar dinheiro numa lanchonete que não vale o preço que pede, eu sinto falta deles... Não ligo se são falsos, não ligo se só falam besteiras, não ligo se se esqueceram de mim um dia... eu queria, novamente participar da turma que fez parte da minha vida e queria que fizessem parte da minha vida novamente...

sábado, 3 de janeiro de 2009

Dia 30 de Dezembro de 2008 Terça-feira.

O ano terminando. Todos se preparando para a virada do ano. Comprando roupas novas, viajando para passar com a família, trocando os presentes do Natal, comprando a comida que vai ser servida no dia 1º, arrumando a casa etc.

Almoço na casa da minha avó. Cheguei antes para ir à Rua Grande e fazer as ultimas compras do Natal que eu estava devendo. Estacionei o carro numa rua perpendicular a da casa da minha avó. Em frente a uma creche e da Floricultura Flor de Maio. Fui à casa dela primeiro pra deixar minha bolsa, peguei o dinheiro e saí. Ainda na rua, chegando à rua perpendicular, o "vigia de carro" Júlio, me chama e diz para eu dar um flagra no meu carro porque tinha um homem rondando querendo roubar o meu estepe.

Fui lá, olhei a pessoa. Um Gol branco entrou na rua, parou e ele entrou no carro no banco de trás. O fumê não deixou que eu olhasse o rosto dele novamente, mas sei muito bem quem ele é, até porque já se diz "vigia de carro" ha muito tempo na Rua das Flores e na Rua do Alecrim e sempre está andando pela rua dos Afogados.

Não vi nada de estranho no meu carro por fora e segui em direção a rua grande. Fiz minhas compras, não demorei muito. Quando estou na Rua dos Afogados, já quase em frente ao PDT, o Júlio me chama e diz novamente que viu o cara circulando meu carro e viu o capô do meu carro aberto, disse também que era pra eu ir lá "como quem não quer nada" e olhar o capô porque ele tinha certeza que tinham levado o meu estepe.

Fui à casa de vovó pegar a chave do carro e meu celular. Cheguei ao carro e abri o capô, o pneu não estava lá. Entrei no carro e liguei pro meu namorado, ele disse pra eu ir fazer a ocorrência na polícia. Liguei pra papai, ele me mandou estacionar na frente da casa de vovó e disse que depois resolveria isso. Optei por esta ultima opção. Não demorou muito meu namorado chegou à casa de vovó, ele chamou o cunhado dele porque é bom de fazer barulho e quando estávamos na porta, meu pai chegou, abaixou o vidro e perguntou pra Júlio se ele não tinha visto isso, estacionou e desceu do carro todo inchado.

Ele continuou andando e subiu a Rua dos Afogados atrás do homem que logo descobri que se chama Wilson, meu namorado e o cunhado dele foram atrás. Da porta da casa de vovó deu para eu ver o Wilson correndo, atravessando a rua, mas logo depois ele estava descendo cercado pelos “três mosqueteiros”. Levaram-no para a frente do PDT. Papai ficou o mandando devolver meu pneu, mas ele ficou o tempo todo negando tê-lo roubado.

Apesar de Júlio ter me falado para não dizer que ele me contou isso, ele resolveu se expor e dizer que o viu com o capô do meu carro aberto. Wilson continuou dizendo que ele não fez nada, que estava trabalhando na outra rua, mas que se responsabilizava e pagaria um pneu novo pra mim.

Papai, então, chamou um capitão que é conhecido dele. Não demorou muito o capitão chegou e levou o Wilson para a Refesa. Júlio foi junto já que ele era a testemunha. Chegou lá, fez a ocorrência e Wilson ficou detido, porque na Delegacia da Refesa não existe mais as celas. Não pode. Não pode mais bater. Direitos humanos caem em cima.

Resultado: depois de todo esse “auê”, depois de toda a Rua dos Afogados ter dado atenção para a confusão que tinha armado em frente ao PDT, o ladrão foi solto no final do dia. E no dia seguinte ele já estava andando novamente pela rua dos Afogados como se nada tivesse acontecido e mandando as pessoas estacionarem nas vagas que ele aponta.

O que podemos fazer? Cruzar os braços e esperar ele fazer isso com outras pessoas? Contratar um matador por R$2.000? Forçar para que o governo tome alguma providencia para a segurança? Acreditar que a cidade vá ficar mais segura com mais iluminação? Caso eu não tenha contado, essa história toda aconteceu entre 12 e 14 horas. Ele deve ter sido solto às 17h. E o mais impressionante é que estacionei o carro em uma rua movimentada e ninguém viu nada.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Natal: festa do Papai Noel ou de Jesus Cristo?




O Natal é uma festa para celebrarmos o nascimento de Jesus Cristo. Segundo os católicos, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, mas estudiosos dizem não ser possivel o nascimento nesta data por afirmações dos próprios profetas na Bíblia detalhando o clima quando Ele nasceu, o que se torna totalmente ao contrario do que é hoje. Apesar disso, a comemoração é bastante comum entre os cristãos. E vários costumes foram adquiridos e perdidos ao passar dos anos.

Hoje, podemos perceber um pouco que a verdadeira símbologia do Natal está se perdendo. Há pessoas que acham que Natal é apenas para a troca de presentes. E a maioria das pessoas que pensam dessa forma são crianças.

As crianças pensam assim por causa do símbolo do Papai Noel, que originou-se de São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira, no século IV. “Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.”

Com a ajuda do professor de literatura grega Clement Clark Moore, que lançou um poema feito para seus seis filhos falando sobre o papai noel, a ideia do bom velhinho, voando em suas renas e entrando nas chaminés para distribuir presentes, foi passada para todo o mundo. Dessa mesma forma, mais tarde também originou a idéia de colocar o sapatinho na janela, meias no chaminé, biscoitos para o papai Noel comer quando deixar os presentes, se comportar durante o ano, entres outras situações das quais as crianças brincam com a imaginação.

A árvore de Natal, segundo estudiosos, partiu de Lutero, que ao deitar-se embaixo de um pinheiro à noite, viu o céu estrelado. Pegou um galho do pinheiro, levou para casa, colocou num vaso, e nas pontas do galho ele acendeu pequenas velas, chamou sua esposa e filhos e disse-lhes que era dessa forma que o céu deveria ficar no dia do nascimento de Jesus Cristo.

Apesar de alguma pessoas não saberem o real significado do Natal, não quer dizer que eles também não o comemorem. Apesar dos mais velhos saber da inexistência do Papai Noel, eles cultivam a criatividade das crianças que os cercam, pelos simples fato de perguntar: o que tu queres que Papai Noel te dê de presente?.

O espírito do Natal, é sempre de ajudar o próximo, dar presentes para famílias carentes. Infelizmente só dura um mês. Mas com certeza, para muitas familias é a melhor época de suas vidas. O Natal, para estudiosos não quer dizer nada, para os cristãos, é o nascimento de Cristo e para as crianças, é o Papai Noel. Tudo depende de quem está vivenciando esta época.





"Um Feliz Nata! E que Deus lhe guarde um próspero Ano e Felicidade!"

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Um padre militante.

Hoje conversei com um padre.
Não é daqui. Só disse que é do Sul.
Resolveu ser padre porque queria continuar os estudos e onde morava era dificil chegar à uma escola. Tem 72 anos de idade e 45 anos de batina.
É um padre que na igreja em que direciona é conhecido como rígido e zangado.
Hoje, conversando com ele percebi como ele é rígido. Talvez seja pelo simples fato dele querer tudo em ordem, ou por não aceitar certas atitudes dos discipulos e acabar respondendo a todos. Não tem papas na língua. É um homem inteligente. Não importa o grau de importancia da pessoa a quem se dirige, se ela faz algo que não agrada sua moral, ele fala, chama a atenção.

Uma coisa que chamou a minha atenção foi ele falar sobre esmola. Esmola é algo que ele diz não dar. Não acha correto pedirem esmolas na porta da igreja. Aquelas senhoras que ficam andando de igreja em igreja, pedindo esmolas nas portas, se a pessoa der pra uma, todas avançam. Realmente. Ele tem razão. Isso dá medo em qualquer pessoa.

Contou-me várias coisas sobre sua vida. Disse no inicio que era um homem sem coração. O que vocês acham que isso quer dizer? Logo pensei: como um padre não tem coração? Não tem compaixão pelo próximo? E como que ele falar isso pra mim abertamente? Mas logo ele me explicou que ele teve infarto. Quase sorriu nessa hora, por causa dos meus pensamentos loucos sobre a compaixão do padre. Ele disse que o médico chegou a dizer que ele não passaria de 1986, que foi quando ele teve o infarto. Pois é, o médico errou. E 22 anos depois, ele está aqui.

Já ficou alojado com o MST em Santa Catarina. Já teve uma paróquia em alguma favela. E quando se aposentar, já disse que ele vai largar tudo e se mudar para um alojamento quilombola em Alcântara, para viver em paz. É um padre altamente revolucionário, luta sempre pelo direito do povo e dos mais pobres.

Quando cheguei na casa dos padres, um padre com uma cara de malvado me atende na porta, antes mesmo de perguntar se o padre Afonso está, ele já vai abrindo a porta pra eu entrar. Eu olho cerca de 4 padres, todos sentados assistindo televisão. A maioria idosos e um bem novinho.

Ele não é o tipo de padre que sorri o tempo todo, ele não faz questão de ser gentil nas suas celebrações. Mas a forma como me recebeu em sua casa foi um doce. Com um sorriso nos lábios e com uma cara de espanto. Também, como ele iria imaginar que uma garota ia aparecer do nada na porta da sua casa a noite, querendo conversar com ele?
Me recebeu muito bem. Levou-me para a sala de visitas da casa dos padres. Nem imaginava que tinha toda uma estrutura na casa deles.

Ele me contou seus planos para o Natal. Vai fazer uma festa de Natal para os flanelinhas na porta da igreja. Não vai distribuir cestas, nem dar presesntes, tudo isso ficou a critério dos próprios flanelinhas. Cada um vai ter que dar um taxa para fazerem a festa. Ele ajuda do jeito que pode, mas não dando as coisas de graça. Ele quer que todos trabalhem. Esse pensamento dele é bom. Nem sempre as pessoas dão valor ao que veio de graça (eu penso assim).

Conversei com ele durante pouco mais de uma hora. Não queria que eu o gravasse, pediu que apenas conversassemos, mas da forma como ele falava eu não ia gravar nada e fui obrigada a ligar o meu gravador. No final, ele perguntou se eu havia gravado, disse q sim. ele fez uma cara meio que de decepção, mas eu me expliquei. Ele queria que eu inovasse. Mas como? Só se depois eu inventasse toda a nossa conversa. Ele acabou aceitando. Fazer o que? Eu já tinha tudo gravado mesmo.
Nos despedimos, agradeci e fui embora. Creio que amanha irei assistir à uma celebração dele.

domingo, 26 de outubro de 2008

Passado esquecido.

"Concurso pra prefeitura, isso sim." o que é isso gente?

Com certeza quem escreveu isso não está realmente falando do prefeito eleito.

Não gosto de ficar gastando dedo pra defender político, mas esse pensamento está muito equivocado.
Castelo, no seu governo empregou gato e cachorro. Conheço vários auditores que entraram pela janela na época do seu governo. Sem nenhum concurso público. Hoje votaram para ele. Com a esperança e certeza de que isso irá acontecer novamente, dando emprego para seu filhos e parentes.
Sou elite?! e daí?! você que está lendo não é?! Pois grande parte da elite votou também para Castelo, afim de que ganhe emprego, ou simples salários para não fazer nada. Como aconteceu também no seu governo, onde os mais altos salários eram pagos para quem morava no Rio de Janeiro e nem vinha aqui.
Conheço gente que nem sequer vota aqui e na janela do apartamento estava escrito "45". O pai não conseguiu se reeleger no interior, mas se aliou a Castelo para poder acabar de pagar o resto da facudade de Medicina no Ceuma do filho (um garoto que não conseguiu nem passar para turismo na UFMA). Eles não são elite?
Mas afinal, estão falando de qual elite? Prefiro pensar que sou da elite intelectual, por isso votei em Flávio Dino. Sou totalmente a favor de concurso público. Ao contrario dos que votaram em Castelo, que querem um trabalhar no governo a qualquer custo.
E os mais humildes, que já estão cansandos de serem passados para trás e aceitam qualquer Real que chegue a seus bolsos antes da eleição. Infelizmente, o mesmo não acontece concosco. Pois se me dessem dinheiro, aceitaria e mesmo assim votaria em Flávio Dino.
Infelizmente, "Castelo tinha a seu favor a máquina administrativa". O Governo do Estado. Não tenho nada contra Jackson Lago, mas se Flávio Dino se candidatar pra governador, ele terá o meu voto e da minha família. Sou jovem, mas meus familiares viveram o passado. E é mto triste que a população esqueça dele.

"Sou estudante mas nao sou vândalo, a polícia bate em quem merece."

Outro equívoco. Muitas pessoas foram para a praça ver a assembléia que ia acontecer, mas não demorou a polícia chegou. Muitas pessoas subiram em árvores, saíram correndo, foram feridas, foram presas. Muitas pessoas apanharam por estarem lá. Mas graças a eles, nós temos hoje a meia passagem.
Tudo bem, era outra época. Época de ditadura. Mas em nenhuma época se tem o direito de mandar espancar alguém. E infelizmente, esse que mandou bater em nossos pais, foi eleito prefeito hoje. Talvez, quando acabar o seu mandato, veremos alguns prédios serem incendiados para destruirem provas comprometedoras.



Tenho vergonha de ser Brasileira e principalmente Maranhense.

É a vida.
Com certeza não sou a única.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Primeiras experiências

Vejo todas as minhas amigas trabalhando...Ou fazendo um "bico" aqui, outro ali.
Uma proposta de estágio eu neguei para ir ao Enecom. Se eu aceitasse, quando poderia ter férias para ir à um Encontro de estudantes, ou um Congresso? Fiquei sem saber responder e optei logo pelo encontro. Ainda estou no 2º período, pensei, então tenho que aproveitar, iria ganhar experiência e dinheiro, mas talvez nem aproveitasse a vida universitária.
O Enecom foi uma ótima experiência, contando que foi a primeira vez que viajei só (sem pais e parentes) com os amigos. Gostei tanto que repetiria a dose e agora que já sei como funciona mais ou menos os esquemas dos encontros, participarei mais no próxim. Gostaria também que eles oferecessem mais coisas que interessem aos estudantes de comunicação, como o que estamos esquematizando com o projeto do Mixcom.
Nós, da C.O. queremos muito que o projeto saia do papel (ou ao menos, chegue até ele), pois o que queremos oferecer nesse encontro é algo que nenhum outro já teve (acho). Começando pela organização, que eu prezo eu qualquer lugar, queremos oferecer mini-palestras e oficinas que tenham a ver com o nosso curso de Comunicação e não que seja algo como: oficina de trançado de cabelo. E nem palestras sobre política, militancia etc. pois não são todos os estudantes que gostam dessas coisas e o que acaba afastando-os dos encontros, ou só resta o turismo pela cidade onde é realizado o evento.
Não sei fazer projetos, não faço a menor idéia por onde começar. Mas garanto que durante a organização eu vou trabalhar bastante e fazer com que fique tudo organizado. Sei que se eu não conseguir, vou ficar estressada, porque com toda a certeza, ninguem gosta que as coisas deêm errado, ainda mais uma que estamos trabalhando durante tanto tempo e com uma grande espectativa de que tudo saia como planejado.

Como escritora, estou com medo. Comecei achando que escrevia bem, depois que comecei o curso, percebi que há excelentes escritores estudando comigo e acabo não me achando apta para a profissão. Já comecei a ler, leio, mas não o bastante, gostaria de ler mais. Durante uma entrevista que fiz hoje, percebi que eu não leio nada, apesar d'eu já saber isso.
Hoje, os familiares de um jornalista falecido me contaram que pra onde ele ia, levava uma revista, um livro, um jornal, sempre estava lendo. Nas horas das refeições, num restaurante, antes da pestana e mesmo quando acordava, já era com algum desses veículos embaixo do braço. Eu gostaria de ser assim, mas não sei se ainda tenho jeito, ou se tem que nascer com o dom.
Outra coisa que muito chamou minha atenção, é que ele exercia a função de jornalista investigativo e é justamente o que eu tenho vontade de fazer... mas durante a entrevista e os familiares me contando as histórias do que ele enfrentava pra continuar a carreira e mesmo assim nunca desistiu, passou por cima de muitas autoridades e continuava fazendo seu trabalho com amor e dedicação, não sei se conseguirei ser assim. As vezes é "só fogo de palha", mas me apaixonei por esse lado do jornalismo e mesmo assim não sei se conseguirei exercer esse papel, pois sei o quanto é dificil e ainda mais pra uma mulher (não sou machista, mas infelizmente, os outros sim).
Talvez eu ainda não saiba o que quero seguir no jornalismo. Semestre passado estava muito nova para trabalhar e querendo aproveitar a vida universitária, mas neste, percebo que já estou há 1 ano na universidade, quero aprender e fazer muitas coisas e espero descobrir logo o que devo seguir para já ir planejando o meu futuro, que por mais que não seja como o esperado, eu já esteja preparada para o que vier.

domingo, 17 de agosto de 2008

“As pessoas se apaixonam e pertencem umas às outras”

Tem gente que entra com tudo num relacionamento afim de que dê certo. Mas nem sempre os dois concordam com as mesmas coisas. A mulher normalmente é mais sentimental e faz de tudo para que o relacionamento com seu companheiro seja no estilo “comédia romântica”, mesmo que ele seja o mais chato dos homens.
Alguns pensam que todas as mulheres são iguais e que devem e gostam de ser tratadas da mesma maneira. Mas nós mulheres, somos seres-humanos, e ninguém é igual (a não ser perante a lei).
Alguns homens pensam que suas mulheres são seus pertences e podem fazer o que quiserem com elas. Tem homem que acha que namorar já é o suficiente. Apesar de gostarmos (nem todas) de compromisso, não é para nos mostrar aos outros, mas sim porque nos sentimos bem em ter alguém ao nosso lado sempre que precisarmos (sem ser nossos pais ou parentes ou amigos), alguém que nos ame como mulher, que nos apoie, nos seja fiel e nos respeite. Tudo bem um pertencer ao outro, mas deve haver respeito sempre.
Compromisso não é só pedir em namoro, colocar um anel no dedo ou assinar um papel.

Fidelidade: lealdade; probidade.
Respeito: veneração; acatamento; submissão.

Há pessoas que dizem respeitar seus parceiros, mas não lhes são fiéis. Então o que é respeito pra eles? Creio que é ser infiel e não deixar com que ninguém mais saiba e muito menos o parceiro, lógico.

Trair depende da consciência de cada um. Se ela não pesa, vai persistir no erro, quando perder, vai perceber que fez errado e vai se comportar bem nas primeiras semanas (ou nos primeiros dias), se o casal voltar, vai voltar a errar.
Não digo que quem trai uma vez vá trair pra sempre, mas quem já é acostumado, não tem mais jeito, nem um juramento pela mãe basta para parar.
Bom... Mas nem todo homem é cafajeste, assim como nem toda mulher é ingênua. E devemos saber com quem andamos e nos relacionamos. Não é fácil cultivar um relacionamento, ainda mais com quem tem duas caras. Não é porque sou geminiana que serei assim, muito pelo contrário, sou extremamente sincera (até demais, as vezes).

Afinal... “as pessoas pertencem umas às outras?

Tem gente que não gosta da idéia de ter alguém mandando em si, mas no amor, não é isso que é “pertencer”, mas sim, ser do seu companheiro, é entregar seu coração a ele.

“Se eu amar alguém e esse alguém não me amar eu vou pertencer a ele?”
Responderei sinceramente que isso eu não sei. Não sou um guru do amor.

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“Eu sou de ninguém
Eu sou de todo mundo
E todo mundo é meu também”

Cantava essa música quando era mais nova. E muito me falavam que combinava comigo.
Hoje, sou de alguém e esse alguém é meu também.
Somos fiéis, temos respeito um pelo outro, somos ciumentos, às vezes brigamos, conversamos bastante, nos entendemos, nos apoiamos, me sinto a vontade perto dele, me sinto em paz, às vezes parece mais uma amizade, e quem não nos conhece pensa que somos irmãos, mas o que sentimos é um amor diferente, um amor entre homem e mulher.



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Amor: Afeição profunda; objeto dessa afeição; conjunto de fenômeno cerebrais e afetivos que constituem o instinto sexual; afeto a pessoas ou coisas; paixão; entusiasmo.
Paixão: sentimento excessivo; afeto violento; amor ardente; entusiasmo; cólera; grande mágoa; objeto de afeição intensa, parcialidade, sofrimento prolongado; o martírio de Cristo.